1. Controle de Acesso: Se o bandido não entrar, não tem assalto. Parece simples, mas é fundamental.
2. Liberações: Para – Área Privativa -Cadastro de visitante e prestadores, com acesso somente liberado pelo “aprovador” da referida área. Para Área Comum – prévia pesquisa cadastral obrigatória para todos os que irão acessar.
3. Recursos Humanos: Recrutamento, capacitação e fiscalização. Os funcionários devem ter perfil adequado, serem bem treinados e constantemente testados.
4. Acesso de Veículos: i. Identificar os integrantes e se todos são aprovados para acessar; ii. Checar se não há algo suspeito, tais como pessoas escondidas, volumes estranhos etc; e iii. Confirmar senha de acesso ou de emergência com o usuário.
5. Procedimentos: Deve haver um Manual de Procedimentos implantado e todos devem seguir as normas.
6. Conscientização: Integração com todos os envolvidos no condomínio – moradores, funcionários, terceirizados etc. Todos passam a participar de forma ativa dentro do Sistema Integrado de Segurança.
7. Alerta: Se viu algo, diga algo. Não fique alheio, se viu alguma falha ou algo suspeito, avise imediatamente o responsável.
8. Profissionalismo: Os moradores devem evitar ficar íntimos dos funcionários – este é um conceito polêmico e explicamos um pouco melhor aqui.
9. Prioridades: Nós dividimos a segurança física em 3 pilares: Recursos Técnicos, Humanos e Organizacionais. De nada adianta ter um dos pilares superforte, enquanto os outros estão capengas. Mais ainda: se o condomínio não tiver orçamento suficiente para investir nos 3 pilares, nossa recomendação é que deixe os Recursos Técnicos para depois, e não os outros. Isso é justamente o contrário do que a absoluta maioria dos síndicos faz.